segunda-feira, 11 de novembro de 2013

A biblioterapia e a "cidade deprimida"

Felipe Araújo

No lugar da “Self Help” (autoajuda), a “Shelf Help” (trocadilho que poderia ser traduzido em algo como “ajuda de prateleira”). Esse é o conceito que embala as ações “terapêuticas” da School of Life, empreendimento do escritor anglo-suíço Alain De Botton que oferece aulas, workshops e outros programas que lidam com questões sobre satisfação pessoal e sobre como levar uma vida melhor. Lá, um paciente que eventualmente esteja padecendo de ansiedade em sua vida pessoal ou de estresse no trabalho sairá do “consultório” não com receitas medicamentosas, mas com prescrições bibliográficas: que podem ir de clássicos centenários da literatura a romances que lidem com grandes questões da filosofia.

“A ficção é sempre mais poderosa que os livros de autoajuda”, resume a escritora Ella Berthoud, uma das biblioterapeutas da escola. Ao lado de Susan Elderkin, Berthoud é autora de The novel cure, uma interessante compilação de “remédios literários” no formato de abecedário (de “a” a “z”). Leia a matéria Completa AQUI

Fonte: Jornal O Povo


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