terça-feira, 29 de novembro de 2011

Open Access: um sopro de esperança para a ciência brasileira

com Hélio Kuramoto - Aberto à toda comunidade
http://kuramoto.blog.br/

terça, 6 de Dezembro de 2011 19:00 até 22:00  Auditório Bento Prado, na área norte do campus da UFSCar.


A informação científica é o insumo básico e crucial para o desenvolvimento das pesquisas científicas. A informação científica é o resultado dessas pesquisas e é publicada em revistas com revisão por pares. O tradicional sistema da comunicação científica, do qual emerge a informação cientifica, beneficia preferencialmente as revistas científicas publicadas em língua inglesa e, principalmente, aquelas publicadas em países desenvolvidos.

Como resultado, países como o Brasil e outros em desenvolvimento, têm sido prejudicados por esse sistema. Existem hoje, no mundo, cerca de 30 mil títulos de revistas científicas. Deste total, o ISI indexa cerca de 10 mil títulos, sendo que em 2008, indexava 102 revistas publicadas no Brasil, o que mostra a relativa baixa visibilidade das pesquisas brasileiras junto a comunidade científica internacional. Há em torno de 2,5 milhões de artigos que publicados anualmente nestes 30 mil títulos de revistas.
Diante deste cenário, o movimento para o acesso aberto (“Open Access”) objetiva:
1) acesso em linha (online) à produção científica;
2) acesso livre de custos à produção científica;
3) acesso imediato à produção científica;
4) acesso permanente à produção científica.
Há vários modos de alcançar essas metas, que, junto com políticas institucionais e de incentivo ao Acesso Aberto, contribuirão para uma mudança qualitativo no cenário atual e restrito da comunicação científica.
Estes, entre outros, serão os temas abordados na palestra proferida por Hélio Kuramoto, atualmente tecnologista senior III do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia do Ministério de Ciência e Tecnologia (IBICT-MCT), que tem uma vasta experiência nacional e internacional no movimento de Open Access, e atua em prol da disseminação desse modelo de comunicação científica no Brasil.

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